Amor e morte em Julio Reny (2025)

Brasil (RS-RJ)
Longa-metragem | Não ficção
cor, 95 min

Direção: Fabrício Cantanhede.
Companhia produtora: Reverb Filmes; TerraMar Imagem e Conteúdo; Ikebana Filmes

Primeira exibição: São Paulo (SP), In-Edit Brasil 17º Festival Internacional do Documentário Musical [11-22 jun]-Competição Nacional, Cinemateca Brasileira (Largo Senador Raul Cardoso, 207, Vila Mariana) Sala Oscarito, 13 jun 2025, sex, 20h30 (presença do diretor)
Primeira exibição RS: Porto Alegre (RS), Mostra Especial Rock gaúcho no cinema [15-18 jul], Cinemateca Paulo Amorim-Sala Paulo Amorim, 16 jul 2025, qua, 19h (apresentação: M. Kanitz + Paola Oliveira; conversa com diretor + Julio Reny assistindo pela primeira vez)

 

Lançado no Festival Internacional do Documentário Musical In-Edit, Amor e morte em Julio Reny apresenta um retrato contundente sobre a vida pessoal e profissional de um artista considerado "maldito". Por um lado, Reny é descrito como um dos músicos mais talentosos de sua geração, responsável pela composição de grandes sucessos como "Uma Tarde de outono de 73", "Amor e morte", "Não chores Lola" e "Jovem cowboy". Integrante de bandas icônicas como Expresso Oriente, Cowboys Espirituais e Os Irish Boys, também foi um comunicador de prestígio, com passagem pela extinta Rádio Ipanema FM. Teve ainda marcantes experiências como ator, no teatro e no cinema, trabalhando ao lado da geração oitentista que revolucionou o audiovisual gaúcho, em títulos como Verdes anos (C. Gerbase, G. Assis Brasil, 1984) ou Quero ser feliz (S. Lerrer, 1986). Protagonista do cultuado curta-metragem Vicious (R. B. Ferrari, 1988).
Mas o filme não deixa de investigar o seu outro lado: a trajetória de um homem afetado por uma série de tragédias pessoais, todas transportadas para as letras de suas canções. Em sua infância, Reny teve problemas de relacionamento com o pai, uma figura ausente que foi substituída pelo padrinho (não por acaso o amante da mãe, num casamento aberto, moderno para a época). Para responder ao bullying sofrido nos tempos de colégio, ele passou a adotar uma conduta agressiva que incluía o roubo de discos em lojas. A postura lhe rendeu uma internação psiquiátrica em um manicômio, mas não impediu que ele corresse atrás de seus sonhos, como o reconhecimento artístico ou o êxito amoroso. Contra si, sempre pesarem fatores adversos, como seu enquadramento clínico tardio como esquizofrênico, bipolar e neuro-divergente.

Mais velho, solitário, depressivo e quase cego (sofrendo com a catarata), é o próprio Julio Reny que compartilha os seus fantasmas com o público, de uma forma honesta e transparente. A sucessão de episódios negativos que lhe acometeu é devastadora: a morte da primeira esposa por conta de um ataque cardíaco fulminante, uma performance desastrosa em um show que poderia tê-lo ajudado a se tornar mais conhecido nacionalmente (o festival de rock Unificado de 1985), os desacertos afetivos que incluíram relações com três mulheres ao mesmo tempo e um casamento com uma garota de 16 anos, a acusação (jamais comprovada) de que teria abusado de uma filha menor de idade – mais tarde diagnosticada com autismo, uma tentativa de suicídio não concretizada por detalhes. Para quem acredita em elementos sobrenaturais, o músico afirma que foi vítima de feitiçarias praticadas por figuras obscuras como um vizinho que lidava com magia negra.

Mesmo aposentado, o cantor conta que ainda aceita se apresentar em pequenos estabelecimentos. Nessas condições, já pegou um público de meia dúzia de pessoas, recebendo um cachê de 100 reais. A produção se vale de materiais de arquivo, que incluem depoimentos de contemporâneos do biografado, como Edu K, Carlos Gerbase, Mauro Borba e Carlos Eduardo Miranda (1962-2018). Apenas uma pessoa da família foi entrevistada: Consuelo Vallandro, a filha mais velha. Vallandro opta por defini-lo da seguinte forma: "É um cara genial, que não foi compreendido – nem clinicamente, no seu tempo, nem pelo grande público ou pela indústria musical. Mas é genial". Amor e morte em Julio Reny é o segundo documentário longo no universo musical de Fabrício Cantanhede, depois de Casa da esquina 23 (codireção: F. Barros, 2008).

Sinopse


História do cantor e compositor gaúcho Julio Reny, um talento recluso, cercado de fracassos por todos os lados. Na cena roqueira gaúcha desde os anos 1970, Julio levou a trilogia sexo-drogas-e-rock 'n' roll a níveis extremos. Em meados da década de 1980, grava seu primeiro álbum Último verão, e vive a expectativa de ver sua carreira deslanchar. De lá para cá muita coisa aconteceu. Entre palcos, cabarés e funerais, sua história através de um longo e revelador depoimento do protagonista, que descobriu recentemente que é esquizofrênico e bipolar.

Capítulos: // A solidão de uma joia / Eu nasci do meu segundo pai / Uma temporada no inferno / Primeiras experimentações / A torre que virou pó / Sonho de cinema / O pior feitiço / Amores pagos / O artista, o rocker e a estrada //

Ficha técnica


IDENTIDADES
Julio Reny.
Ordem de identificação:
Arquivo: Edu K (DeFalla, guitarrista), Carlos Gerbase (Os Replicantes, cineasta e músico), Wander Wildner (Os Replicantes).
Claudinho Pereira (comunicador), Carlos Magno (Expresso Oriente), Juarez Fonseca (jornalista), Consuelo Vallandro (artista).
Arquivo: Gabriela Tichauer, Helton Estivalet, Mauro Borba (radialista), Carlos Eduardo Miranda (músico), Castor Daudt (DeFalla).
Sandro Ineu (atual produtor).
Arquivo (não creditados): Jimi Joe, Cristiano Bastos, Marcio Petracco, Frank Jorge, King Jim.
Não creditado: Fabrício Cantanhede (voz).

DIREÇÃO
Direção: Fabrício Cantanhede.

ROTEIRO
Concepção original: Fabrício Cantanhede, Tamires Kopp.
Roteiro: Fabrício Cantanhede.

PRODUÇÃO
Produção: Tamires Kopp, Fabrício Cantanhede, Fernanda Etzberger.

FOTOGRAFIA
Direção de fotografia: Tamires Kopp, Fabrício Cantanhede.
Fotografia adicional: Marcelo Curia.
Operação de câmera adicional: Eduardo Aigner, Alan Mendonça.

SOM
Áudio adicional: Anderson Astor.

MÚSICA
Trilha sonora: Guri Assis Brasil.

Músicas (ordem de inserção):
• "Não chores Lola" (música, letra: Julio Reny) por Julio Reny e KM-0
• "Uma Tarde de outono de 73" (música, letra: Julio Reny) por Julio Reny
• "A Noite se move" (música, letra: Julio Reny) por Julio Reny
• "Amor e morte" (música: Julio Reny, letra: Jaqueline Vallandro) por Julio Reny e KM-0
• "Tomás e a lagoa" (música, letra: Julio Reny) por Julio Reny
• "Cine Marabá" (música, letra: Julio Reny) por Julio Reny
• "Último verão" (música, letra: Julio Reny) por Julio Reny
• "Super-homem está esquecendo as suas melodias" (música, letra: Julio Reny) por Julio Reny
• "Expresso Oriente" (música, letra: Julio Reny) por Julio Reny e Expresso Oriente
• "Anita" (música, letra: Julio Reny) por Julio Reny e Expresso Oriente
• "Café Marrakesh" (música, letra: Julio Reny) por Julio Reny e Guitar Band: Frank Jorge (guitarra), Carlo Pianta (baixo), Vilson Picco (bateria)
• "Aconteceu no verão" (música, letra: Julio Reny) por Julio Reny e Guitar Band
• "Mil noites" (música, letra: Julio Reny) por Julio Reny e Guitar Band
• "Jovem cowboy" (música: Julio Reny, letra: Julio Reny, DJ Piá) por Cowboys Espirituais e DJ Piá
• "Uma Mulher" (música: Frank Jorge, letra: Julio Reny, Frank Jorge) por Cowboys Espirituais
• "Forasteiro triste" (música, letra: Marcio Petracco, Frank Jorge, Julio Reny) por Cowboys Espirituais
• "Lembranças de outra vida" (música: Frank Jorge, letra: Julio Reny) por Cowboys Espirituais
• "O Mundo é maior que o teu quarto" (música, letra: Marcio Petracco) por Cowboys Espirituais
• "Chove no sul" (música, letra: Julio Reny) por Julio Reny
• "Casaco de lã" (música, letra: Julio Reny) por Julio Reny
• "Rainha das ruas" (música, letra: Julio Reny) por Julio Reny
• "O Segundo fim" (música, letra: Julio Reny) por Julio Reny
• "É impossível" (música, letra: Julio Reny) por Julio Reny
• "Telefone em Charqueadas" (música, letra: Julio Reny) por Julio Reny e Os Irish Boys: Oly Jr. (guitarra), Guilherme Wurch (baixo), Marcio Camboin (bateria)
• "Adeus companheiro" (Julio Reny, Oly Jr.) por Julio Reny e Os Irish Boys
• "Alice no país da ternura" (música, letra: Julio Reny) por Julio Reny e Os Irish Boys
• "A Princesa, a lady e o anjo" (música, letra: Julio Reny) por Julio Reny e Os Irish Boys
• "Aonde os fracos não tem vez" (música, letra: Julio Reny) por Julio Reny e Os Irish Boys
• "Tenha fé" (música, letra: Julio Reny) por Julio Reny
• "A Estrada corre para sempre" (Julio Reny, Jeff Gomes) por Julio Reny
• "Uma Tarde de outono de 73" [reprise; créditos finais]

ARQUIVO
Acervo de fotos: Tamires Kopp; Fernanda Chemale; Consuelo Vallandro; Acervo pessoal Julio Reny; Relicário do Rock Gaúcho; Giovani Paim.
Fotos de Jaqueline Vallandro.
Acervo VHS: Carlos Magno; Prana Filmes.
Digitalização VHS: Fernando Sorriso.

Filmes:
Deu pra ti, anos 70 (Giba Assis Brasil, Nelson Nadotti, 1981).
Verdes anos (Carlos Gerbase, Giba Assis Brasil, 1984).
Quero ser feliz (Sergio Lerrer, 1986).
Vicious (Rogério Brasil Ferrari, 1988). Elenco: Julio Reny, Carlos Cunha Filho.
Super-8 filmado por Jaqueline Vallandro.
Entrevista para TV com entrevistadora não creditada.
Registro: da gravação de "Anita".
Registro: do lançamento da biografia Julio Reny – Histórias de amor & morte, escrita por Cristiano Bastos.
Clipe: Julio Reny e Guitar Band: Mil noites.
Clipe: Cowboys Espirituais: Jovem cowboy (1998). Identidades: Cowboys Espirituais: Julio Reny, Frank Jorge, Marcio Petracco. Participação especial: DJ Piá. Direção: Zebra. Produção: Bob Stewart, Christian Jofre. Produção de som: Ben Merphey, Geofrey Odala.
Registro: da festa de aniversário de 60 anos em 27 fev 2019, com Marcio Petracco.

Citações:
Filipeta: Histórias particulares, com Julio Reny e Márcia do Canto. Teatro de Câmara, 14 jun-13 jul 197?, terças e quartas, 21h.
Contatos de fotografias: de Julio Reny e Márcia do Canto.
Material de divulgação: do show Uma Canção nas trevas, 29 e 30 ago 1979 na Arquitetura.
Capa fita K7: Último verão (1983).
HQ: Julio Reny em Super-homem está esquecendo as suas melodias.
Contatos de fotografias: de Julio Reny e Expresso Oriente.
Capa LP: Julio Reny e Expresso Oriente (1989).
Capas CD: Diários da chuva (2006); A Primavera do gato amarelo (2008); Bola 8 (2010).

FINALIZAÇÃO
Montagem: Fabrício Cantanhede.
Finalização de áudio e imagem: Fabrício Cantanhede.

EQUIPAMENTOS E SERVIÇOS

MECANISMOS DE FINANCIAMENTO
Companhia produtora: Reverb Filmes (Porto Alegre); TerraMar Imagem e Conteúdo (Porto Alegre); Ikebana Filmes (Rio de Janeiro).

AGRADECIMENTOS
Agradecimento especial:
Rogério Brasil Ferrari, por ceder as imagens do curta-metragem Vicious (1988, 35 mm, 15 min). Direção: Rogério Brasil Ferrari. Direção de arte: Adriana Nascimento Borba. Direção de fotografia: Ivo Czamanski. Realização: Enygma TVC; RS Multimedia;
Marquise 51 e Lucas Hanke, por cederem as imagens do DVD Julio Reny & Os Irish Boys.
Agradecimentos:
Às bandas que o Julio fez parte e seus integrantes.
Marcio Petracco, King Jim, Cristiano Bastos, Consuelo Vallandro, Fábio Ly, Thomas Dreher, Giovani Paim, Marquise 51 e Lucas Hanke, Fabio Alt, Prana Filmes, Gabriela Tichauer, Eduardo Barros, Casa de Cinema de Porto Alegre, Cristiane Santos, Ricardo Freitas Piovesan, Ricardo Jaeger, Carlos Gerbase, Aline Reis, Moah Souza, Carlo Pianta, Sandro Ineu.

FILMAGENS
Brasil / RS, em Porto Alegre.

ASPECTOS TÉCNICOS
Duração: 1:35:10
Som:
Imagem: cor-pb (depoimento de Reny e cena da praia)
Proporção de tela:
Formato de captação:
Formato de exibição:

DIVULGAÇÃO

PREMIAÇÃO
• In-Edit Brasil 17º Festival Internacional do Documentário Musical 2025: menção honrosa, com a seguinte justificativa do júri: O In-Edit Brasil concede menção honrosa para um filme que teve a coragem de ser ousado, narrado com arquivos raros e depoimentos em primeira pessoa de um grande gênio injustiçado do nosso cancioneiro. Um filme que nos apresenta um homem habitado por talentos, amores, dores, fé, sorte e feitiços, como um herói que assume a força e as polêmicas de seu tempo. Assim, a menção honrosa vai para um documentário que homenageia um personagem que é a plena tradução da ode ao fracasso, por ser genial e azarado demais. Assim, a menção honrosa vai para Amor e morte em Julio Reny, de Fabrício Cantanhede.
• 1º Festival Cine Curta POA 2025: melhor montagem // Troféu Pôr do Sol do Guaíba: melhor documentário.

DISTRIBUIÇÃO
Classificação indicativa:
Distribuição em festivais: Fernanda Etzberger.
Contato:

OBSERVAÇÕES
Créditos finais: // Procurem e escutem Julio Reny. //

"Lembranças de outra vida" está creditada apenas para Julio Reny.
"Forasteiro triste" está creditada para Marcio Petracco, Frank Jorge.

Reverb Filmes tem como sócio Fabrício Polenz Cantanhede.
TerraMar Imagem e Conteúdo tem como sócios: Auracebio de Souza Pereira, Marcelo Villarinho Curia, Orleães Alan Mendonça Furtado e Tamires Luis Kopp.
Ikebana Filmes tem como sócios: Fernanda Etzberger e Allan Gabriel Costa Souza Lima Abreu.

Títulos alternativos: Love and death in Julio Reny
Grafias alternativas: Reverb Filmes e Reverbe Filmes (créditos iniciais) e Reverb Filmes (finais) | Terramar Imagem + Conteúdo (i) e Terramar Filmes (f) | Piá | "Mil noite" | Elton | Miranda | Eduardo Aigner 'Alemão' | Giovani Paim e Giovanni Paim | Tamires Kareca e Tamires Kopp (arquivo) | Enygma Filmes | Cabelo [= Lucas Hanke]
Grafias alternativas (funções):

DISCOGRAFIA
Julio Reny

BIBLIOGRAFIA
RENY, Julio. Rádio cool. Porto Alegre: Armazém Digital, 2004.
BASTOS, Cristiano. Julio Reny – Histórias de amor & morte. Porto Alegre: Artes e Ofícios, 2015. 327p. il. Orelhas: Marcelo Benvenutti. Prefácio: Luís Nenung.

Noticiário:
OSÓRIO, Ticiano. Os desafios de Julio Reny. Zero Hora, Porto Alegre, 22-23 nov 2025, ZH2, p.6.

Exibições


• São Paulo (SP), In-Edit Brasil 17º Festival Internacional do Documentário Musical [11-22 jun]-Competição Nacional,
Cinemateca Brasileira (Largo Senador Raul Cardoso, 207, Vila Mariana) Sala Oscarito, 13 jun 2025, sex, 20h30 (presença do diretor)
CCSP Centro Cultural São Paulo (R. Vergueiro, 1.000, Paraíso) Circuito Spcine Sala Paulo Emilio, 15 jun 2025, dom, 17h
Cine Bijou (Praça Roosevelt, 172, Consolação), 21 jun 2025, sab, 21h

• Sesc Digital – Cinema #EmCasaComSesc, até 26 jun 2025 (durante In-Edit Brasil 17º Festival Internacional do Documentário Musical)
[https://sesc.digital/colecao/cinema-em-casa-com-sesc]

• Porto Alegre (RS), Mostra Especial Rock gaúcho no cinema [15-18 jul], Cinemateca Paulo Amorim-Sala Paulo Amorim, 16 jul 2025, qua, 19h (apresentação: M. Kanitz + Paola Oliveira; conversa com diretor + Julio Reny assistindo pela primeira vez)

• Porto Alegre (RS), Mostra Julio Reny no cinema [6, 7, 9 set], Cinemateca Capitólio, 7 set 2025, dom, 18h (debate com diretor + J. Reny)

• Porto Alegre (RS), 1º Festival Cine Curta POA [26-28 set]-Mostra Gaúcha de Longas-metragens, Casa de Cultura Mario Quintana-Auditório Luis Cosme, 26 set 2025, sex, 10h45

• Los Angeles, CA (US), LABRFF 18th Los Angeles Brazilian Film Festival [13-16 out]-Documentaries in competition, The Culver Theater (9.500 Culver Blvd.) Auditorium 3, 15 out 2025, qua, 11h15 (Q&A)

• Porto Alegre (RS), Cinemateca Paulo Amorim-
Sala Eduardo Hirtz, 20-23, 25, 26 nov 2025, qui-dom, ter, qua, 19h (estreia; dia 25, comentada com diretor, mediação: M. Kanitz)
Sala Norberto Lubisco, 27-30 nov, 3 dez 2025, qui-dom, qua, 19h15

• Porto Alegre (RS), Cinesystem Bourbon Shopping Country Sala 2, 23-26 nov 2025, dom-qua, 13h30 (embora tenha saído na imprensa que seria a partir de 20 nov)

Como citar o Portal


Para citar o Portal do Cinema Gaúcho como fonte de sua pesquisa utilize o modelo abaixo:
Amor e morte em Julio Reny. In: PORTAL do Cinema Gaúcho. Porto Alegre: Cinemateca Paulo Amorim, 2026. Disponível em: https://cinemateca2.webdesignerlopes.com.br//portaldocinemagaucho/2646/amor-e-morte-em-julio-reny. Acesso em: 02 de fevereiro de 2026.